Tipos de Apresentação para os Encontros de Extensão

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Apresentação oral no XXV Encontro de Extensão
(Foto: Divulgação)

Apresentação Oral

É uma categoria recomendada aos pesquisadores/extensionistas que queiram comunicar o resultado de sua pesquisa e/ou seu desenvolvimento desta, trazendo discussões pertinentes para otimização de seu trabalho. A apresentação oral está aberta ao público, e o apresentador tem 10 minutos para apresentação de seu trabalho com tolerância de mais 5 minutos. Os avaliadores da sessão terão até 5 minutos para perguntas.

► NO DIA DA SESSÃO

1- O apresentador deve chegar com antecedência mínima de 30 minutos do início da sessão para disponibilizar o material para projeção e permanecer até o fim da sessão, quando serão colhidas a sua assinatura e a de seu orientador, para comprovação de presença
2- Em cada sessão será disponibilizado apenas o projetor de multimídia com o computador. Não será permitida a utilização de computadores pessoais. Traga seu material em pen drive e ou CD.
3- O tempo para apresentação será de 10 minutos com tolerância de 5 minutos. Passado este período o coordenador da sessão poderá interromper o apresentador.
4- Recomenda-se o planejamento de 1 slide por minuto, com no máximo 10 slides que contenham os seguintes tópicos:

a) Introdução/Justificativa: o que fez pensar no assunto.
b) Objetivos: para que foi feita a pesquisa/ação.
c) Metodologia: como foi feita a pesquisa/ação (atividades, local, público-alvo e outras informações).
d) Parcerias/Financiamento
e) Resultados/Discussão: o O que foi evidenciado.
f) Conclusões: o que foi aprendido. A conclusão deve estar relacionada com os objetivos e deve-se concluir apenas o que se apresentou.Obs.: Para mostrar resultados, prefira ilustrações (gráficos) em vez de tabelas, mas não sobrecarregue estes gráficos.

5- Antes de iniciar apresentação propriamente dita, saúde o publico e se apresente. Fale em tom adequado e pausadamente.

 

► PROVIDÊNCIAS PRÉVIAS PARA O DIA DA SESSÃO

  • Há três pré-requisitos básicos quando da preparação de slides. Eles devem ser “limpos”, simples e devem, necessariamente, estar em sintonia com a “estória” que você se propôs a contar.
  • Assim como a apresentação em si, cada slide deve ter um único foco.
  • Evite mostrar tabelas. Elas são excelentes para documentar seus dados, mas não para apresentações. Procure uma forma mais simples de mostrar os efeitos dos vários valores ou atributos da sua tabela. Um gráfico de barras pode ser uma saída.
  • Nos gráficos faça uso da simplicidade e da clareza e não exagere no tamanho do gráfico, nem para menos nem para mais. Evite escalas complexas ou termos que demandem “tradução” por parte da plateia.
  • O tamanho das letras dos slides não deve ser muito grande e tampouco muito pequeno. Uma boa regra empírica é considerar como adequado aquele tamanho de letra que permite uma visualização do slide em seu tamanho natural a cerca de três metros de distância da tela do computador.
  • Mantenha uniformidade na elaboração dos seus slides. Isto ajuda a acentuar e a destacar o fluxo e a coerência da apresentação. E lembre-se: tudo que não colaborar para que sua estória seja comunicada deve ser excluído da apresentação.
  • Sempre que possível elabore cada slide contendo um título e uma mensagem-resumo sobre sua interpretação.
  • Eventuais créditos a outros autores podem ser incluídos em slides para que o devido reconhecimento do trabalho de outros pesquisadores seja realizado no momento em que a contribuição e trazida à tona.
  • A referência aos autores deve ser em letra menor que a do texto, entretanto legível. A localização da referência é o canto inferior direito do slide apresentado a plateia. Esta referência deve conter o sobrenome do primeiro autor acrescido das iniciais do nome seguido do veículo de publicação, volume, número, página e ano.
    Listas de colaboradores ao final da apresentação fazem com que esse reconhecimento fique à deriva, e descontextualizada da correspondente contribuição.
  • Ao final da apresentação é aconselhável incluir um slide com uma sentença conclusiva, enfatizando a mensagem que se pretende gravar na memória dos ouvintes.
  • Uma lista de conclusões inevitavelmente não será assimilada pela plateia e fará se desviar do propósito principal de seu trabalho.
  • Apresentações com vídeo são bastante eficazes, mas devem ser usadas com cautela. Sequências de vídeo não devem ser mais longas que 1 minuto. De outra forma o recurso passa a ocupar seu lugar enquanto apresentador e a divergir a atenção da plateia. Nesse tipo de apresentação evite o “vai e volta” da fita de vídeo ou do clipe em mídia digital.
  • Recursos de áudio não são comuns em apresentações científicas.
  • Lembre-se também que não há forma mais eficiente de ensino que aquela que procura seduzir a plateia no processo de aquisição do conhecimento.

 
 

Apresentação Cedefam no XXV Encontro de Extensão

Técnica Edgley Souza apresenta o pôster do Centro de Desenvolvimento Familiar (CDFAM), no XXV Encontro de Extensão (Foto: Divulgação)

Pôster

O pôster é um instrumento visual que visa levar informações pertinentes a uma ação prática ou de pesquisa de forma clara e objetiva. Deve, por meio de seu arranjo gráfico, ser auto-explicativo dispensando a presença do autor para ficar mais interessante para o público espectador que interage com o trabalho.
 
► CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
♦ Adoção do modelo indicado no início dessa postagem
♦ Medida do pôster: 0,90m (largura) x 1,20m (altura).
♦ Elementos textuais:

• Título do trabalho
• Nome completo do(s) autor(es) e do(a) orientador(a)
• Título completo da ação de extensão, juntamente com o seu código Prex
• Conteúdo padrão: Introdução/Justificativa, Objetivo(s), Metodologia (atividades, local, público-alvo e outras informações), Parcerias/Financiamento, Resultados e Conclusão.

 
► COLOCAÇÃO E RETIRADA DOS PÔSTERES
1- Todos os pôsteres dos períodos da manhã e da tarde deverão estar afixados, no máximo, até o inicio marcado para cada apresentação do dia.
2- A responsabilidade de colocação e retirada dos pôsteres é dos autores.
3- Espera-se que o primeiro autor esteja presente junto ao seu trabalho, no período da manhã nos horários em que estejam inscritos (8h às 9h50 / 10h às 11h50) e no período da tarde, das 14h às 15h50; das 16h às 17h50 e no período da noite, das 18h às 20h), períodos em que ocorrerão as avaliações pela comissão julgadora.
4- Pôsteres sem responsáveis durante o período de avaliação serão considerados não apresentados pela comissão julgadora.
5- Os pôsteres deverão permanecer expostos à visitação até o final do horário em que os autores estiverem inscritos.
6- Solicita-se aos autores NÃO retirarem seus pôsteres antes do final do período 09h50 e 11h50, pela manhã, 15h50 e 17h50, à tarde e 20h00 à noite.
7- Solicita-se aos autores que retirem seus pôsteres apresentados dez minutos antes do próximo horário de apresentação. Após esse horário, os pôsteres serão descartados pelos organizadores.
 
► SOBRE A PREPARAÇÃO E APRESENTAÇÃO
1- Faça textos curtos e objetivos, use letras grandes (no mínimo, fonte 20)
2- Para mostrar resultados, prefira ilustrações (gráficos) em vez de tabelas, mas não sobrecarregue estes gráficos.
3- Organize figuras e textos em seções dispostas verticalmente. Seções dispostas horizontalmente confundem o leitor e dificultam a leitura. Numere as seções para melhor orientar a leitura.
4- Use e abuse de recursos gráficos, como setas ligando partes do pôster, fundos de cores diferentes, separando partes relacionadas entre si, texto com letras de tamanhos diferentes, indicando a importância de cada parte.
5- Confeccionar o pôster e expô-lo é apenas uma parte do trabalho; a sua presença e sua atitude durante a sessão são também fundamentais para o sucesso da apresentação. Não fume, fale claramente e médio tom.
6- O pôster é principalmente uma oportunidade para discutir seu trabalho com os outros pesquisadores presentes, e não apenas uma apresentação a uma plateia passiva.
7- É gentil levar cartões de visita, cópias do artigo (ou cópias reduzidas do pôster) para distribuir a quem se interessar visando a manutenção de integração científica com os pesquisadores.